segunda-feira, setembro 08, 2008

Pauteiro: Maicon

Pauta Redação Jornalística II

Pauteiro:
Maicon Jeferson Secco, 2JOAN

Assunto:
Discriminação no Calçadão

Proposta:
Discutir a discriminação sofrida por alguns grupos específicos que ganham a vida no calçadão da rua XV e imediações. Deficientes, Drag Qüeens, Punks, Ciganos conseguem se integrar às pessoas que por lá circulam? Eles realmente desejam isso? Que atividades desempenham? Que tipos de preconceito e agressões sofrem? Esse preconceito tem alguma motivação? (Apurar histórico de agressões, brigas e incidentes). Qual a visão dos órgãos de segurança pública (Guarda Municipal, PM, FAS) a respeito?

Roteiro:
Entrevistar os grupos citados (Deficientes, Drag Qüeens, Punks, Ciganos). Entrevistar as autoridades citadas (Guarda Municipal, PM, FAS).

Fontes:
Drag Qüeens: - Paulo Defreris (Manddy Whinehouse), dançarino da boate Cats e vendedor no calçadão, e-mail: Manddylauper@gmail.com (disponível p/ entrevista no calçadão à noite durante a semana).
– Elias Eduardo Santos (Brandynnie Bourbon), dançarino da boate Cats e vendedor no calçadão, e-mail: brandynnie_bourbon@yahoo.com.br (disponível p/ entrevista no calçadão à noite durante a semana).
Punks: - Carlos Antonio, 27 anos, artesão de peças em arame, fone: 88456585. Disponível p/ entrevista na Rua XV em frente ao Shopping Direto da Fábrica em horários de grande movimento.

Dados:
- As Drags são falantes e desinibidas, mas não demonstre moralismos durante a abordagem.
- Punks costumam ser arredios, para conseguir declarações demonstrar respeito à causa deles (citar uma aversão sua aos skin heads pode ajudar) e se possível não trajar roupas caras, de marcas famosas, trajes típicos da ‘burguesia’ que eles abominam.
- Deficientes gostam de se expressar, são fáceis de achar desde a Praça Santos Andrade até a Praça Rui Barbosa.
Ciganos estão na Praça Rui Barbosa nos sábados das 10 até 14 h, mas também circulam no calçadão em outros horários.
Policiais Militares podem ser ouvidos nos módulos. Na Praça Osório tem um. Um contato com a Assessoria de Imprensa da PM também é possível no QG da Marechal Floriano Peixoto, 1401, fone: 3322-1133 ou 190.
A Guarda Municipal tem um posto de atendimento no Largo da Ordem, fone 156.
A FAS (Fundação de Ação Social) tem uma unidade no Terminal Guadalupe. A sede fica na Rua Monsenhor Celso, 35, fone: 3321-2641.

Encaminhamento:
- Após as entrevistas, estabelecer um ponto de equilíbrio entre as declarações dos grupos supostamente discriminados e a visão das autoridades;
- Apontar possíveis idéias/sugestões (para minimizar os problemas) oriundas das partes envolvidas.

Um comentário:

Guto Moliani disse...

A pauta está ok, mas falta elaborar melhor o que se espera dela. O foco vai ser na discriminação que esses grupos sofrem? Que tal ouvir algum sociólogo?