terça-feira, setembro 16, 2008

Descaso com o Patrimônio Histórico

Redação II
Profº.: Guto Moliani

PAUTA - CALÇADÃO DA RUA XV

Pauteira: Michele Saide
Assunto: Descaso com o Patrimônio Histórico
Proposta: Uma boa andada no calçadão da XV é ideal para averiguar quantas obras existem nos casarões antigos da Rua XV de Novembro. E algumas delas parecem não ter fim. Ficam em reforma meses e meses, envoltas em telas de construção sob uma penumbra de poeira e descaso.

Encaminhamento:
As obras de reformas e restaurações nos grandes casarões na Rua XV de Novembro não param.
Muitas vezes alguns casarões, também considerados Patrimônio Histórico, chegam a ficar até anos trancados sob direção de uma obra mal acabada.
Quais os reais motivos em que algumas obras não se findam??
Averiguar se a questão financeira é o maior responsável pela paralisação de algumas obras. Investigar por quem são coordenadas estas obras e qual a participação da Prefeitura nestas restaurações?
Qual o risco que algumas construções antigas oferecem para os comerciantes da região?
Que benefício a própria comunidade ganha com o término destas reformas? Desde o acabamento com a nova paisagem local, o aumento do turismo até a estabilidade gerada pela segurança. Em que muitas vezes construções antigas são sinônimo de violência e abandono.
A estrutura arquitetônica deve ser preservada ou é possível reformulações??
Qual a importância da restauração e conservação do Patrimônio Histórico de Curitiba??
Qual a história destes prédios e seu valor histórico para a memória de Curitiba?


Fontes:
IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba
Rua: Bom Jesus, 669 – Cabral - Fone: 3250-1332 / 3250-1414
Diretoria de Planejamento: Ricardo Antônio de Almeida Bindo
www.ippuc.org.br

Prefeitura Municipal de Curitiba
Av. Cândido de Abreu, 817 - Centro Cívico - Fone (41) 3350-8484 / 156
www.curitiba.pr.gov.br

Secretaria Municipal de Administração
Rua: Solimões, 160 – 1º Andar – Alto São Francisco – Fone: (41) 3350-8484
Diretoria de Patrimônio: Ruy Carlos Benardelli de Godoy

Comércio da Rua XV - Lojistas vizinhos destas obras.
Pedestres presentes na Rua XV de Novembro.

Roteiro:
Acredito que para uma boa matéria, o repórter precisa apurar os fatos. Minha sugestão é uma boa caminhada pela Rua XV observando os casarões em obras e se informando pelas redondezas o que os lojistas e pedestres pensam em relação ao descaso destas obras paradas.
Com base nos depoimentos levantados procurar alguns órgãos responsáveis para uma pesquisa de campo e entrevistá-los. Para tanto não é preciso seguir nenhuma ordem específica para a abordagem das fontes. Desde que a matéria siga uma cronologia real dos fatos:
- Respeitando a importância do calçadão da Rua XV;
- A existência de algumas obras paradas;
- O motivo de tanto descaso;
- A participação e intervenção da Prefeitura;
- O descaso com o patrimônio histórico;
- As conseqüências causadas para a comunidade;
- E, acima de tudo a história destes prédios, hoje abandonado em obras.

Dados:
A Rua XV nasceu no século 19, com mudança de vários nomes, devido a questões políticas, ampliou-se e hoje é o calçadão da cidade. Onde os curitibanos fazem suas compras, empresários tradicionais discutem a política e personagens esquisitos fazem história.

Em 1993, uma parceria entre a Prefeitura de Curitiba, a Fundação Cultural e as Tintas Renner permitiu a recuperação das fachadas do casario da Rua Riachuelo e Praça Generoso Marques, no projeto “Cores da Cidade”.

Em 1997, o projeto Revivendo Curitiba inicia o processo de revitalização e reurbanização da Rua XV de Novembro (da Praça Osório até à Praça Santos Andrade).

E recentemente, a prefeitura de Curitiba investe novamente no “lay out” da rua XV de Novembro. Nova iluminação, floreiras, câmeras e patrulhamento policial. O restauro do antigo Paço Municipal, na Praça Tiradentes, também faz parte dos investimentos do atual prefeito. É a Capital Ecológica investindo na imagem de Capital Social.

Um comentário:

Guto Moliani disse...

A idéia é boa, mas está muito extensa. Procure ser mais direta e objetiva.