terça-feira, julho 31, 2007

7 Joan, a retomada



6 Joan e 6 Joad - Primeira aula



6 Joad e 6 Joan - primeira aula b



segunda-feira, julho 30, 2007

Volta às aulas

Após um período de descanso, pero no mucho, voltaremos amanhã cedo às aulas. Pior que voltar às aulas com frio e numa segunda-feira, é dar aula no primeiro horário. Isso complica bastante, mas essa tarefa ficou para o Hugo. Eu entro no segundo.
A reunião de sábado foi boa, a melhor dos últimos tempos. As perspectivas para este semestre são bacanas. Vamos trabalhar para que as coisas sejam melhores.

segunda-feira, julho 09, 2007

Notas finais

As notas finais serão lançadas até amanhã, terça-feira, ao meio-dia.

quinta-feira, julho 05, 2007

Oficialmente nada

O que ficou faltando foi algum comunicado oficial sobre a troca da direção geral. Há apenas especulações.
Reunião positiva

A última reunião do semestre, dia 4, foi bastante positiva. Boa parte dos professores estava presente e alguns assuntos que estavam pendentes foram discutidos. No meu caso, o que mais interessava era a reunião periódica dos professores e a nova grade, além dos acertos necessários no projeto experimental. De quebra entraram na pauta a cesta cultural, os jornais laboratórios e a necessidade de reforço em língua portugesa a nossos alunos. Além, é claro, dos problemas de plágio que apareceram neste semestre.

segunda-feira, julho 02, 2007

Sem direção

Ontem o diretor foi embora. Muito embora isso seja maneira de dizer, pois era domingo. Foi o terceiro em sete anos, sem contar uma interinidade no meio do caminho.
Nunca falei com ele e o que descobri por minha conta não serve a ninguém. Ele tem um carro de tiozão (que a propaganda diz que não é, portanto é) e repreendeu uma professora na fila de autógrafos do Ariano Suassuna. No mais, nada soube. Nem uma carta que lhe entreguei foi respondida. Mal gosto esse de não dar bola aos outros.
Em sua mensagem de despedida ele informou o motivo: "divergências de concepção tanto no que diz respeito a algumas das principais políticas acadêmicas implantadas, quanto à forma de gestão". E eu me pergunto, que divergências seriam essas?
Ninguém fala nada. Eu perguntei, no grupo de discussão dos professores se todo mundo havia recebido a mensagem, se alguém sabia de algo, tanto da superfície quanto dos subterrâneos, e ninguém respondeu. Tudo parece em paz. Ninguém fala nada. E paz sem voz todo mundo sabe o que é.
Tirando a cara carbonária, ninguém tinha nenhum palpite infundado, idéias repetidas ou previsões macabras. E olha que comigo havia várias, todas para trocar com alguém. No final, fiquei falando sozinho. Agora é esperar amanhã, quando irei lá, ao vivo e em cores, para entregar notas e outras peças burocráticas. Vamos ver o que encontramos.